Alguns dos melhores modos de chamar alguém de feio:
Tu é mais feio que bater na mãe de porrete.
Vem cá... tá em obra ainda?
Tu pediu pra ser feio no vale do eco?
Tu é mais feio que cuspir em cima de barata andando.
Tu é mais feio que sentar no nabo e temperar pra jantar.
Tu é mais feio que briga de anão.
Tu é tão feio que quando você nasceu seu pai não fez uma certidão de nascimento, fez um boletim de ocorrência.
Tu é tão feio que eu resolvi não me matar mais.
Tu é tão feio, que se mandarmos uma foto sua pro Acredite Se Quiser, eles devolverão dizendo: "eu não acredito".
Tu é mais feio que facada no cú.
Tu é mais feio q passar rasteira em cego na frente da igreja na noite de Natal.
Tu é mais feio que cagar de pau duro.
Tu é mais feio que tombo de mão no bolso. (especial pro nosso amigo Balda, que provavelmente não lerá isso)
Ele é exótico...
quarta-feira, 15 de dezembro de 2004
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Doc Lee
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Johnny Cash. Foda até não poder mais.
O cara sabia que tinha pouco tempo de vida. Aí vai lá e lança American IV: The Man Comes Around, que já começa com uma excepcional capa sinistra. Faz um clipe quase póstumo pra Hurt, talvez a música mais depressiva do Nine Inch Nails, que ele regravou nesse disco. E esse é o final da faixa que dá nome ao disco:
"And I heard a voice in the midst of the four beasts,
And I looked and behold: a pale horse.
And his name, that sat on him, was Death.
And Hell follwed with him."
The man in black.
Nuff said.
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Doc Lee
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1:51 AM
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quinta-feira, 9 de dezembro de 2004
YEAH! Slaughter And The Dogs!
Uma das bandas mais fodas do início do início do punk britânico, com seu som meio Misfits, meio Ramones. O disco aí de cima com o cachorro na capa, Do It Dog Style, é provavelmente o melhor dos caras.
O nome da banda vem de dois discos, os preferidos do vocalista Wayne Barrett e do guitarrista Mike Rossi: Diamond Dogs do David Bowie e Slaughter On Tenth Avenue, do Mick Ronson (que inclusive tocou com Bowie. Ambos são exemplos típicos do glam rock da época).
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Doc Lee
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1:38 AM
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segunda-feira, 6 de dezembro de 2004
Saiu uma supermegacaixa fodona do Nirvana. Três CDs de um DVD contendo as tradicionais raridades, lados B e singles. Quem pode, compra. Quem não pode, baixa no Soulseek.
A capa da dita cuja.
Pra começar, ali tem cover do Kiss (Do You Love Me), do Led Zeppelin (Heartbraker, Raunchola/Moby Dick, Immigrant Song), Velvet Underground (Here She Comes Now), Wipers (banda de Seattle e uma das preferidas do sr. Cobain. As músicas coverizadas são Return Of The Rat e D-7).
Além disso, tem um monte de versões de músicas de rádio, ao vivo, músicas não aproveitadas e até uma lendária versão de Seasons In The Sun gravada num estúdio quando eles vieram pro Brasil. No DVD rolam coisas como vídeos dos caras tocando na casa da mãe do Krist Novoselic, pra quem não sabe o baixista da banda, além do já citado cover de Immigrant Song. E ainda vem um livreto com 60 páginas contendo (mais) fotos raras e notas escritas pelo Thurston Moore (do Sonic Youth) e pelo escritor Neil Strauss.
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Doc Lee
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7:03 PM
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quinta-feira, 14 de outubro de 2004
E quem estreou seu blog foi o nosso colega nopeiro Saimon Simeonis. Com o sugestivo e criativo nome de Blog do Simeonis, o cara destila seu veneno falando sobre as eliminatórias da Copa 2006 nos lugares mais bizarros, sobre seu selo Another Records e RPG.
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Doc Lee
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7:16 PM
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domingo, 10 de outubro de 2004
Sobre os expoentes do rock brasileiro fazendo shows em Floripa, ou: Ô aparelhagem ruim (parte 3)
E neste sábado no Red Café, após uma longa jornada do terminal da Trindade até o dito vermelhinho, estávamos eu e o Danilo (Doc Lee) para assistir os Walverdes e aproveitar para conferir The Dolls e Os Cafonas.
Depois de mais de uma hora de atraso, subiram ao palco, Os Cafonas. A banda tocou seu rock'n roll clássico e algumas letras eram engraçadas. O baterista, uma grande figura, que tocava em pé, era também o vocalista.
Os dolls entraram em seguida. O Danilo já tinha visto um show deles, eu conhecia as três músicas que tem no site deles. Bacana o show, embora o microfone do vocalista estivesse muito (muito mesmo) baixo.
Por fim, Walverdes fizeram um show a altura de suas ótimas músicas. Tocaram músicas do Anticontrole e algumas do cd que vão lançar ainda este ano (acho), incluindo Saturno, que, a propósito, é uma excelente música.
Post Scriptum especial by Doc Lee: o som durante o Walverdes tava bem ruim também. Mas isso não chegou a atrapalhar a boa música dos caras, que meteram o sapato com um peso foda. Ah, e o vocalista do Dolls ainda acertou um bicudo num bêbado que tava começando a atrapalhar o show.
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Anônimo
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1:32 AM
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sábado, 9 de outubro de 2004
Sobre os expoentes do rock brasileiro fazendo shows em Floripa, ou: Ô aparelhagem ruim (parte 2)
Aí veio o show do Forgotten Boys no Tulipa Bar, ao lado das florianopolitanas Gizmo, B-Driver e The Dolls, repetindo um show que já ocorrera algum tempo antes no famigerado iate Casablanca. No meio das bandas rolava o som roqueiro de dois ou três DJs, não lembro bem, mas sei que chegou a rolar AC/DC e Queens Of The Stone Age.
Mas o que importa é que a primeira banda a subir no pequeno palco do Tulipa foi a Gizmo. Trouxeram consigo um punk/hardcore que, apesar dos bons riffs, talvez não consiga se sustentar por se repetir demais. "Ah, mas eles estão seguindo um estilo", me diria um internauta afoito e fanático. Pode ser, mas tem que ter criatividade. Que era exatamente o problema da banda seguinte, a B-Driver. Investindo num, como definiria mais tarde meu colega de curso e indie Alexandre, "nu metal emo", a banda não empolga e... diabos, é chata. Não dá pra agüentar. Os caras não acrescentam nada. E, segundo consta nos anais, o vocalista teria mandado, num show, o pessoal que não curte a banda se foder. Qualé.
Veio então The Dolls, sem dúvida a melhor banda até agora. Apesar de propositalmente poser, os caras mandam bem no som. Só que, novamente, tem o problema da falta de criatividade. Os caras agitam, etc, fizeram a galera pogar (ou, dependendo da sua região: entrar na quebraceira ou roda punk), mas as músicas ainda soam muito parecidas. Mas estão no caminho certo.
Pra fechar, teve os aguardados Forgotten Boys. Os caras desceram o sarrafo com seu som punk que quase fizeram um cara me acertar um chute na nuca, mas não foram o que eu, particularmente, esperava. Talvez por que eu não conhecia muuuito bem o som... mas os caras avacalharam com uma versão mais lenta da ótima I Wanna Live Until I Die. Um show bem legal, no fim. Só que o problema é exatamente o segundo título desses posts: o uso ruim da aparelhagem impediu todo mundo de entender uma palavra do que estava sendo cantado, em especial nos dois últimos shows. Problema esse que se repetiria no show seguinte...
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Doc Lee
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7:43 PM
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Sobre os expoentes do rock brasileiro fazendo shows em Floripa, ou: Ô aparelhagem ruim (parte 1)
Tudo começou com uma simples ida de carro à Lagoa da Conceição, a meca da diversão noturna em Floripa. Este escriba, ao lado dos nopeiros Danilo e Saimon e do Issamu, colega deste último. Eis que chegamos à frente do famigerado bar Drakkar, onde por acaso descobrimos que rolaria um show da Pipodélica ao lado de uma tal de Samambaia. Entramos na hora.
Começou o show da Samambaia. Nem vimos, mas pegamos muito no pé de um tal de Oswaldo que fora citado pelo vocalista. O som? Bem, beem marromeno. Umas misturas esquisitas de mangue-beat com qualquer coisa e uma ou outra guitarra mais pesada. Mas veio a Pipodélica em seguida. Aí sim! Os caras tocaram algumas músicas que entrarão no novo CD (olho nele, em especial para a música Desculpe mas eu não sou Marco Martins), um cover de Molly's Chambers, algumas "antigas" (destaque para Meio Sem Fim) e parabéns pra um amigo deles. Pra quem, como eu, achava que o show deles é "tranqüilo" como suas músicas nos CDs, foi uma (olha o clichê!) grata surpresa ver que os caras descem o peso nas guitarras e, aparentemente, o próximo álbum promete seguir o mesmo caminho do divertido show. Veremos. Aqui, a aparelhagem estava boa (com direito a final apoteótico e tudo). Depois do show, ainda misturaram as duas bandas e tocaram várias dos Beatles. Mas aí já era tarde demais...
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Doc Lee
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6:39 PM
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sexta-feira, 1 de outubro de 2004
Quem é adepto do hábito da caminhada em Florianópolis ultimamente deve ter notado umas bizarrices, ainda mais agora em reta final de eleições. Além das tradicionais bandeiras em pontos movimentados da cidade, este que vos escreve viu pelo menos duas passeatas curiosas.
Uma, a dos bancários em greve. Estavam todos lá, com seus apitos e tal, e com uma banda tocando. Eles começaram tocando a música da Globeleza. Tive que entrar numa rua pra não rir na cara deles.
A segunda, mais modesta, no calçadão da Filipe Schmidt, era propaganda de um vereador. E era liderada por um cara vestido de estrela vermelha. Se possível arranjarei imagens do cidadão.
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Doc Lee
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6:40 PM
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domingo, 19 de setembro de 2004
terça-feira, 14 de setembro de 2004
“O agente dos Sex Pistols, Malcolm McLaren, encontrou-se na época com nosso agente, Chris Stamp, e lhe perguntou: ‘quero montar uma banda que esteja à altura dos Beatles. O que faço?'”. Stamp apenas respondeu: “Ora, pegue quatro meninos feios que não saibam tocar. Funcionou com a gente. Vai funcionar com vocês, também”
Saiu uma nova coletânea do The Who, Then And Now. Leia mais sobre eles no Rabisco.
Ah, e saiu também a programação do Tim Festival desse ano, aqui.
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Doc Lee
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6:42 PM
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segunda-feira, 6 de setembro de 2004
"Nisso o Noel teve a idéia que mais tarde mudaria nossas vidas, resolveu bater no magrelo e acabou tomando um pau. No meio de amnésias alcoólicas e pontapés os três bêbados resolveram fazer as pazes e tocar rock and roll."
Isso é só parte da explicação dos caras do Rock Rocket sobre como a banda surgiu. Entrevista completa aqui.
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Doc Lee
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2:08 AM
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quarta-feira, 1 de setembro de 2004
Rapidão, só pra constar:
Colateral, filme mais recente do diretor Michael Mann, até que é legal. O Tom Cruise tá naquela atuação de sempre, o que acaba funcionando, já que seu personagem é um assassino frio. Mas o Jamie Foxx tá melhor.
O filme não tem grandes novidades, nem grandes atrativos, mas Mann sabe contar a história e o efeito conseguido graças ao uso de câmeras digitais ficou interessante. E é só.
Nota (de 0 a 5): 2,5
Elefante: não me perguntem como esse filme conseguiu ganhar a Palma de Ouro em Cannes. Ô filme chato. Nada acontece durante praticamente todo o novo filme do Gus Van Sant. E antes fosse só isso, mas as cenas são vazias, o que invalida completamente quase todo o filme. Vale pela montagem e pelo roteiro interessantes e, claro, pela crítica à sociedade americana.
Nota (de 0 a 5): 1,75
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Doc Lee
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6:39 PM
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segunda-feira, 16 de agosto de 2004
Pra quem curte: resenhas de jogos hentai e outras coisas divertidas. Destaque para o aviso na apresentação: "algumas páginas podem não serem seguras de ver no trabalho".
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Doc Lee
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1:00 AM
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quinta-feira, 22 de julho de 2004
Pra movimentar um pouco o blog, um assunto sério:
A reflexão sobre amizade pelo leigos, isto é, as pessoas em geral que não têm fundamentos para suas premissas, gera uma distorção enorme no sentido de amizade.
Para os gregos, o amigo seria aquele que se relacionava de acordo com os padrões da sociedade (isso inclui fidelidade, justiça, etc). Em relação ao amor, entendida-se somente o amor de Eros, ou seja, a atração carnal (erótico). Sendo assim, não exisita a idéia de posse ou amor eterno que temos atualmente.
As paixões geralmente são emoções de uma faixa etária abaixo da "akné", sendo assim, os jovens tendem a apaixonar-se. Ao contrário, os mais velhos ou experientes tendem a usar a razão a cima de qualquer sentimento.
Nota-se, portanto, que a razão vai de encontro às paixões.
É melhor pensar racionalmente?
Esta é uma pergunta sem resposta. Sinceramente acredito que não, mas não descarto a possibilidade de que possa, de fato, ser melhor. É estranho pensar dessa maneira, pois muitos dos valores que temos perderiam completamente o sentido, inclusive alguns que achamos que são corretos.
O que os jovens devem fazer para extirpar as paixões?
Estudos são feitos desde a idade Antiga sobre isso. No entanto, atualmente as relações sociais são muito divergentes àquela época.
Em outra oportunidade darei algumas dicas pessoais para se tornar um apático e explicarei por que na política um alguém desprovido de paixões se torna mais justo.
E a amizade para os que extirpam as paixões? Tornam-se apenas jogos de interesses pessoais?
Este é o ponto ao qual eu queria chegar. É complicado de mais pensar sobre isso. É errada, assim, a idéia de amizade como companheirismo, benevolência e amor?
Eu não quero que seja assim. Eu não poderei ser apático se não existir a amizade como pensamos nos tempos contemporânios.
Eu sei ser apático e estou sentindo tristeza, logo eu não quero ser apático.
Eu quero ter a certeza de que algumas virtudes continuarão de forma um pouco sentimental, assim como o amor (no sentido de amizade).
Ou será que a ciência e o conhecimento não são importantes para a vida em sociedade?
Cabe a cada um analisar e tirar suas próprias conclusões.
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Anônimo
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5:08 AM
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domingo, 18 de julho de 2004
Em breve...
Reds Rock Festival
Preparem-se para a festa da música independente.
Mais informações brevemente aqui no blog.
nbsp;
Sabiam que fizeram uma versão atualizada do jogo da vida?
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Anônimo
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12:41 PM
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sábado, 10 de abril de 2004
Sabem o que é legal?
O novo trailer de Homem-Aranha 2.
Swimming Pool - À Beira Da Piscina, o filme franco-britânico (acho). Se puder, veja.
Black Grape, o projeto dos anos 90 do vocalista do Happy Mondays, Shaun Ryder, o qual lançou um CD ano passado, que eu não ouvi.
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Doc Lee
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3:08 AM
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quinta-feira, 8 de abril de 2004
Política - Brasil: Uma super-potência mundial
É impressionante o poder dos países localizados no sul da américa-do-sul no desenvolvimento de tecnologias. Desde da indenpendência do Paraguai, que já construiam ferrovias a competir com a Inglaterra; até o Brasil, com a tecnologia de enriquecimento de Urânio U-238.
E como aconteceu com nossos vizinhos, Paraguai (já citado) e Argentina, a maior potência militar da atualidade não gosta. (Nos dois casos a cima, seria a Inglaterra)
Recentemente saiu uma notícia polêmica no Washington Post sobre o fato de o Brasil querer esconder dos inspetores a tecnologia de enriquecimento de urânio.
Como já era esperado, eles insinuam a possibilidade de o País estar realizando testes com o aumento significativo da potencia do uranio, em outras palavras, criando o princípio da bomba atômica.
Neste link, do site da defesa nacional, pode-se ver o artigo completo.
Análise
De acordo com a revista Isto É, menos de 33% do território brasileiro foi mapeado e nele já foi encontrado até agora a quantidade de uranio que o deixaria sendo a sexta maior reserva de uranio do planeta!
Levando do ponto de vista, que o Brasil de fato está dominando a tecnica de enriquecimento de urânio, pode-se concluir que tenha a tecnologia da produção da devastadora bomba nuclear.
E, ao recordarmos que o Brasil possui a melhor localização para lançamento de foguetes (Alcântra) do planeta... chegamos a conclusão que o Brasil seria uma ameaça a qualquer nação.
Pelo lado econômico, o País ainda busca a melhor forma de encarar a nova ordem mundial. Mas o que mais me chama a atenção é a maneiro pela qual o Brasil está desenvolvendo tecnologias.
Se, assim como o enriquecimento de unranio, as universidades, principalmente as federais (e aqui poderia argumentar contra a privatizacao), continuarem a elaborando e pesquisando novas tecnologias, o lado industrial, com relevância para a região Sudeste e Sul, progridirá e as exportações aumentarão movendo toda a econômia.
No ponto de vista social, nao acho que o fome-zero seja melhor solução. Prefiriria que o governo reorganizasse toda a educação primária, reformando todo o ministerio da educação (na minha opinião, aqui encontra-se o principal problema do País) e buscar outras soluções menos inúteis socialmente, como o fome-zero, que mais parece uma politica populista para conseguir mais votos na recandidatura.
Ah, sem esquecer da obrigação do estudo de Filosofia, desde o jardim-de-infancia (exagero engraçadinho, ou somente "rs", ou (Piada sem graça N° 1), como diria o Danilo)
Conclusão
Claro que o objetivo do Brasil, a princípio, é produzir energia, combustível e reativar as usinas de Angra dos Reis, no entanto a posição vigente nos levará a, no mínimo, um perigo para os dominadores.
Contudo, vejo uma esperança.
Uma esperança, a qual podemos sonhar com um País livre e que tenha uma boa política, ou um lugar onde possamos viver sem ter que trabalhar de acordo com nossos interesses, seja pela consequencia do dinheiro ou pela obrigação social.
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Anônimo
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4:42 PM
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Indie Rock invandindo São Paulo e virando notícia
http://www.terra.com.br/istoe/1801/artes/1801_as_guitarras_da_onda.htm - interessante matéria que saiu na ultima Isto É.
Aqui em florianópolis já é bem notável o aumento desta "tribo", como chama o editor Chico Silva. Espero que, de fato, comece a espalhar-se por todo o País a idéia de música independente, pois como já falei: Há tantas bandas, tantos músicos excelêntes e pessoas criativas; portanto, devem ter várias bandas realmente boas e desconhecidas, as quais nunca apareceram, tampouco aparecerão nas rádios, TVs, revistas, etc.
E a mídia vai enfiando para o ouvidos dos leigos as músicas que lhes levarão maior benefício - seja ele dinheiro ou espectadores - mas visto que a maioria das mídias nao é idenpendente, as bandas e músicas de grandes gravadoras sempre levarão vantagem sobre as outras)
A revista também analisa: Ser indie é, segundo a Isto É, mas sabemos que este conceito já foi definito em 2002 por beta (http://www.serindie.hpg.ig.com.br/)
Fica aberto aqui o questionamento sobre esta idéia e um manifesto contra a imprensa em geral e as grandes gravadoras, as quais agem de forma anti-ética.
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Anônimo
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3:33 PM
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